Consumo interno, arma contra a crise econômica

As autoridades brasileiras começam a usar as ferramentas de combate à crise econômica iniciada em 2008 nos EUA e agora corroendo o tecido europeu. Medidas previstas estão sendo implementadas focadas nas variáveis macroeconômicas que propiciam aumento do consumo interno, reduzindo os juros e os impostos sobre as operações financeiras, IOF e sobre produtos industrializados.

Instalada no tecido europeu a crise por lá ja causa aumento do desemprego que ja era grande. Agrava-se agora reduzindo a atividade econômica que, dentro da regra, está contribuindo para o agravamento do desemprego. A atividade industrial por exemplo também já cede às condições do crédito reduzido.

Por aqui, espera-se que, como em 2008, quando a crise foi cruzada com a oferta farta do crédito, passemos com certa tranquilidade pela turbulência européia, mantendo o consumo para sustentar o crescimento da economia. Como sinalização da direção da política a ser adotada, o Banco Central do Brasil, através Copom reduziu em 30/11/2011 a taxa básica de juros para 11% ao ano. A decisão foi tomada com um olho nas condições monetárias internas e os efeitos da crise externa e outro na meta de inflação para 2012.

Estas medidas parecem ser consistentes com o cenário internacional globalizado e indica que passarem novamente sem grandes solavancos como um declive na curva do emprego e do crescimento.

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