Evidências de um golpe jurídico mediático em marcha e os militares

Os congressistas da oposição são dissimulados e usam desta ‘qualidade’ para fazer a população acreditar que a operação policial que tentou prender Lula e levar para Curitiba em 04 de março foi dentro da lei.

Assisti, pela emissora de rádio do Senado diversos senadores e senadoras discursando e afirmando da tribuna que não deviamos misturar temas políticos com questão de polícia e justiça! Em realidade, esse argumento fora bem produzido e tinha como objetivo blindar o juiz ditador de primeira instância do Paraná.

Com outro ponto de vista surgiram jornalistas independentes que se debruçaram sobre os fatos daquela manhã do dia 4; uma narrativa diferente daquela começara a surgir.

A página internet que publica o site Carta Maior, por exemplo, levantou uma suspeita de que o ex-presidente só não fora levado preso para Curitiba, onde a oposição teria preparado uma festa porque a polícia da aeronáutica (PA) interceptou a operação.

O caso ainda é um mistério, mas, conhecendo a arrogância do juiz de Guantánamo, com é chamada a prisão onde são forçados os depoimentos e coletadas as delações premiadas, pode-se dar certo crédito à narrativa mesmo que pareça sem pé nem cabeça. O juiz tem passado de todos os limites. Por isso é crível que ele tenha cometido uma ilegalidade envolvendo Lula.

Tanto que uma nova ‘operação’, desta vez em torno de gravações de interceptações telefônicas de suspeitas em suas investigações aumenta a probabilidade de que ele, o juiz tenha cometido aquela ação fora de lei com outra ação, também fora de lei. Ao enviar as gravações para um canal de televisão, sem, aparentemente se importar com o conteúdo das conversas nem tão pouco com os direitos dos seus interlocutores fica claro, foi ato fora da lei.

A medida que a narrativa do sequestro for reescrita, conteúdos serão preparados para serem levados aos livros de história.

Contarão que, incrédulos, grande parte da população não acreditara no ocorrido. Afinal, como seria possível um funcionário público que tem a atribuição de zelar pela justiça não soubesse dos limites de suas prerrogativas e chegasse ao ponto de causar uma convulsão social e uma insegurança nacional?

Olhando para o lado bom destas peripécias do juiz, se é que tem, tiramos uma conclusão: os militares estão atentos e cumprindo com o dever de cidadãos que é o de garantir a segurança nacional. Fato que somente a estrema direita brasileira implora intervenção militar, muito provável que ocorra, mas não da forma como pedem.

Esclarecidas as circunstâncias do que ocorrera no aeroporto percebe-se que os militares não estão do lado deles, como alardeiam. E esse fato pode ter sido didático para corruptos no congresso e também para o justiceiro do Paraná.

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