O desinteresse da oposição pela Lava Jato e o desempenho da economia

Apesar dos gritos dos manipulados e teleguiados da Globo e afins da mídia empresarial, os fatos indicam que a Lava Jato deixa de ser interessante para a oposição em geral, especialmente para o PMDB e PSDB. Refiro-me à ocultada conexão entre a fábrica panamenha de Offshores Mossack Fonseca e a mansão dos Marinhos construída em área de proteção ambiental em Paraty e, agora, as evidências sobre o financiamento da reeleição de FHC por banqueiro.

Em todo caso começam a surgir, cada vez mais evidencias que a mídia tem forçado a barra e o peso da corrupção apenas para cima do PT. Atualmente, ela, a mídia privada, tem encontrado substantivas dificuldades em colar a corrupção ao partido da presidente,  uma vez que, a tentativa de empurrar Lula e Dilma para o centro do furacão, não tem encontrado objetivamente um fato concreto suficiente para conseguir este intento.

Percebe-se que até o juiz tucano midiático Moro se perdeu no emaranhado de fatos concretos contra seus amigos que surgem a cada passo seu dado em direção aos seus inimigos políticos.

Tais fatos indicam que o fim da Lava Jato parece ser um desejo, não do governo que quer investigar tudo dentro da lei, mas dos membros dos dois partidos comprovadamente envolvidos com empreiteiras, recordando, desde 1980.

Pelo meio do caminho de idas e vindas da Lava Jato, descobre-se outro ponto de conexão que liga aos tucanos santificados aos atos de ilegalidade: o financiamento da reeleição de FHC por banqueiros interessados na sua permanência na presidência.

Aguenta aí, moçada!

Contra fatos não há argumento. Miriam Dutra vem aí. Ela tem documentos de outros crimes do tucano mor falso moralista e vai entregar à PF.

Voltando à Lava Jato, apesar do glamour virtual pelo qual passa o juiz tucano do Paraná ele é mesmo o responsável por parte das dificuldades que passa a economia brasileira, atualmente.

Entenda.

A Petrobras é uma empresa transnacional. Ela detém tecnologia na área de petróleo, exploração e extração, a qual nenhuma outra petroleira tem conhecimento e muito menos domínio, no mundo. Petrolíferas internacionais, principalmente as americanas tem demonstrado especial interesse, tanto em suas técnicas como no produto que ela possui: o petróleo do pré-sal.

Petróleo exploraçãoAbro um parênteses para alertar que, tecnologia é relativamente fácil copiar valendo-se de espionagem ou acesso direto a à tecnologia por meio de engenharia social. Mas dominá-la a ponto de ser economicamente viável é bem diferente. No caso da exploração e extração do petróleo na camada do pré-sal, é preciso considerar, para entender as razões pelas quais o juiz é culpado, a política de conteúdo local (CL) instituída ainda no governo Lula. Ela é responsável pelo fortalecimento da indústria local à montante e à jusante da indústria de petróleo.

Muitas das empresas foram dizimadas pela Lava Jato que insiste em exterminar as empresas nacionais dificultando a formalização de acordos de leniência. Hoje, uma empresa não é o seu diretor ou proprietário em pessoa; ela é uma entidade; impessoal uma vez que ela possui fornecedores e clientes que dela depende além de uma responsabilidade social e econômica diante da sociedade. Como quem é submissa, a Lava Jato, não ataca empresa estrangeira. Elas continuam a operar normalmente.

Com a paralisação das empresas nacionais do entorno industrial da Petrobrás foi atacado o núcleo do conceito de CL e, muitos empregos se foram. A consequência disso é a redução da atividade econômica e consequentemente redução no do PIB acompanhado de um aumento considerável da taxa de desemprego. E pode piorar se não for retomado o verdadeiro combate à corrupção, princípio que deve nortear a operação Lava Jato.

E o juiz tucano Moro sabe disso.

Sabe-se agora que a sua técnica, foco e objetivo foi ensinada pela CIA: acabar com as empresas nacionais para dar lugar as estrangeiras. O curso, intercâmbio ou seja lá o que quer que seja o qual foi passado a um grupo de juízes federais, procuradores e policiais federais ocorreu em 2009 no Rio de Janeiro alegando combate ao terrorismo, conforme vazamento do Wikileaks.

Coisas ditadas da hegemonia estadunidense que a Lava Jato está aplicando direitinho. Acreditemos e não sejamos bobos, teleguiados ou manipulados. O que o juiz faz tem o jeitão do que os EUA fizeram e fazem em países que tem petróleo.

Infelizmente temos o petróleo tão cobiçado por eles e também um juiz tucano de moleira mole achando que está combatendo a corrupção!

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